quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Macia a luz que se inclina





"Macia a luz que se inclina,
no grão de pedra, da rua
em cada pedaço de chão
lugar de renascido
enquanto farrapo de algodão
perdido no lado escuro do céu, e
vasculho da mãe de todas as mães,
busco,
outra gémea alma,
perdida
nesse desencontro de nuvem no
planeta céu azul que
visto daqui,
de mil cores visto de lá,
de lá cima, longe,
já a mim não me pertence:
- é tão pouco, é tão provisório, é tão
incompleto,
mapa céu, lua linha
roupa minha,
e o meu corpo,
meu aqui."


Texto original gentilmente cedido por Leonardo B.


[imagem sem tratamento digital]

13 comentários:

Fábio Martins | Fotografia disse...

Das 3, a segunda foto está com uma cor super natural. Gosto muito.
Abraço

Isabel disse...

Three spectacular shots, congratulations!

veredit disse...

these are really stunning shots!!"

I wish you a wonderful weekend,

um beijo
isabella

Randy disse...

These are so beautiful and I love the poem.

ñOCO Le bOLO disse...


· Inquietantes fotos pero hermosas

· Saludos

CR & LMA
________________________________
·

Andras disse...

Bellissima!

namaki disse...

I love those colours ! Does it mean rain is coming ? :-)

Marty disse...

really beautiful shots ! colours are amazing !
have a nice next week

Beatriz disse...

la luna vuelve
la llena
a mi casa
Saludos desde Barcelona

Rizalenio disse...

Very enigmatic photographs. Wonderful photos.

Berta disse...

É fantástico ver-te "crescer"!

Adorei as fotos e o poema :)

Berta

cascarilleiro disse...

Excelentes las capturas,binitas tomas.

Saludos.

Eliana Mora [El] disse...


Mas, amigo poeta, que beleza...fico a pensar em quantas imagens temos em teu poema. Não pude deixar de vir aqui...


Um beijo, a tua poesia é 'tu', é.

Eliana

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